
De acordo com projeção realizada pelo Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), a cidade de São Paulo possui uma média de 6 milhões de veículos licenciados divididos entre motos, carros, ônibus e caminhões. Estes veículos emitem uma série de substâncias tóxicas que além de promover a degradação do meio ambiente, comprometem a qualidade de vida dos habitantes.
A CETESB, Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, adverte que os veículos automotores são os principais responsáveis pelo agravamento da poluição nas regiões metropolitanas.
Quando o ar está seco e respirar transforma-se em um esforço, lembramos da única solução, a curto prazo, para que os níveis de qualidade do ar voltem a um estado regular: a precipitação de água sobre a superfície, ou simplesmente, a chegada da chuva. As chuvas, analisadas “urbanamente”, além de reabastecerem os reservatórios de água (evitando o risco de racionamento) dissolvem os poluentes no ar.
Então, porque cargas d’água elas são vistas como vilãs nos grandes centros urbanos?
A união dos 6 milhões de veículos automotivos e crescimento urbano desordenado transformam o fenômeno natural em sinônimo de catástrofe. O resultado disso são congestionamentos fenomenais.
Mais informações:
.::: INMET – http://www.inmet.gov.br/





Poucas cidades do mundo são tão afetadas pelas chuvas quanto a cidade de São Paulo. A capital paulista é hoje uma das metropóles mais poluídas do planeta, característica que corrobora com a intensidade dos danos causados por este fenômeno natural. Por exemplo, no inverno, quando a escassez de chuvas se intenssifica, a qualidade do ar na capital cai bruscamente, tornando a cidade ainda mais degradada, o clima fica abafado e a sensação termíca elevada. Os reservatórios de água, que alcançam o ápice de sua capacidade no período de janeiro à março, chegam a níveis críticos, ocasionando a interrupção do fornecimento em muitas regiões.