Chuva causa caos no transporte metropolitano

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Há anos São Paulo vem sofrendo com os efeitos da chuva excessiva. Suas conseqüências são vísiveis desde a periferia. A questão do desmoronamento das casas que ficam no alto dos morros complica até o trânsito nas principais avenidas da cidade.

Na última quinta-feira (21/02) foi a vez dos usuários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM, sentirem os efeitos negativos da chuva na cidade. Os trens da linha D, que tem como destino a estação de Rio Grande da Serra, pararam de circular às 18h. Eu estive lá e ví várias cenas peculiares.

As pessoas se amontoaram por todos os cantos da estação da Luz, procurando uma forma “mais confortável” de passar o tempo. A espera pela normalização da situação foi longa, já que os trens começaram a circular às 2h e 45 minutos da madrugada de sexta-feira.

O grande motivo da paralisação dos trens foi a inundação dos trilhos pelo rio Tamanduateí que passa por vários trechos da linha D. Houve tumulto, mas a situação foi controlada pela Polícia Militar, que foi acionada.

As reações foram diversas em relação aos usuários e funcionários da CPTM. Algumas pessoas aproveitaram o tempo dormindo deitadas nos corredores, outras pessoas fizeram amizades, dividiram água e frutas. Alguns usuários filmaram toda a cena com a câmera do celular.

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2 Respostas to “Chuva causa caos no transporte metropolitano”

  1. professora renata Says:

    Esse texto ficou bom mas faltou assinar, é importantíssimo. Não esqueçam!

  2. Marcelo Toledo Says:

    Parabéns à professora Renata e aos alunos que publicaram seus textos neste espaço. Este primeiro passo dado é fundamental para consolidar a experiência de ensinar e exercitar a redação dos que estão começando.

    Além de incentivá-los a seguir adiante com a publicação de textos, gostaria de registrar uma sugestão para os alunos: ao invés de abordar a questão da chuva pelo seu lado mais “fácil” (a listagem de todos os problemas que a cidade tem, sofre, observa a cada novo período de chuvas), que tal enveredar pelo seu lado mais complexo: o emocional.

    Um dos textos tem por título uma referência à cidade da garoa. Não seria o caso de tentar fazer um paralelo entre o que se pensava há algumas décadas sobre o tema “chuva em SP”, e o que se pensa hoje? O símbolo da cidade mudou, ou a cidade mudou tanto que seu símbolo de outrora hoje é inapropriado?

    Bom exercício a todos!

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