Archive for fevereiro \25\UTC 2008

Será a chuva a verdadeira vilã?

fevereiro 25, 2008

De acordo com projeção realizada pelo Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), a cidade de São Paulo possui uma média de 6 milhões de veículos licenciados divididos entre motos, carros, ônibus e caminhões. Estes veículos emitem uma série de substâncias tóxicas que além de promover a degradação do meio ambiente, comprometem a qualidade de vida dos habitantes.

A CETESB, Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, adverte que os veículos automotores são os principais responsáveis pelo agravamento da poluição nas regiões metropolitanas.

Quando o ar está seco e respirar transforma-se em um esforço, lembramos da única solução, a curto prazo, para que os níveis de qualidade do ar voltem a um estado regular: a precipitação de água sobre a superfície, ou simplesmente, a chegada da chuva. As chuvas, analisadas “urbanamente”, além de reabastecerem os reservatórios de água (evitando o risco de racionamento) dissolvem os poluentes no ar.

Então, porque cargas d’água elas são vistas como vilãs nos grandes centros urbanos?

A união dos 6 milhões de veículos automotivos e crescimento urbano desordenado transformam o fenômeno natural em sinônimo de catástrofe. O resultado disso são congestionamentos fenomenais.

Mais informações:

.::: INMET – http://www.inmet.gov.br/

Por Carolina Oliveira
Exercício 25/02/08
Tema: Chuvas

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Uma ilha urbana chamada São Paulo

fevereiro 25, 2008

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São Paulo não é mais lembrada de maneira romântica como a famosa “terra da garoa” e, sim, hoje, a cidade que centraliza o “poder”, os negócios e o dinheiro. Ainda podemos dizer que por aqui garoa porém, os últimos pontos de chuva forte têm causado estragos significativos na cidade de São Paulo. Parte disso reflete no trânsito que se torna incapaz de fluir nas principais avenidas que ficam “estáticas” com imensas filas de carros e ônibus durante horas, além de casas que desmoronam e alagamentos que impedem travessias, seja por pedestres ou veículos.

Não é apenas isso que a chuva faz com uma das maiores cidades da América Latina. Pousos e decolagens com vôos atrasados, além da lentidão também nas principais vias férreas do metrô e trens se tornam típicos. Afinal de contas, a cidade que abriga 6% da população brasileira e tem cerca de 9 milhões de habitantes tem um espaço de pouco mais de 1.530 quilômetros quadrados. E para complicar o trânsito se complica ainda mais com a chegada, desde janeiro de 2007, de 800 novos veículos diariamente nas ruas, de acordo com o DETRAN-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo).

Parte desse transtorno em dias de chuva se deve ao excesso de veículos nas ruas, em especial. Mas não é simples resolver um problema grande de uma cidade maior ainda. Quanto mais carros, mais trânsito, quanto mais ônibus, mais trânsito e quanto mais linhas de metrô e vagões, mais lento funciona o sistema de transporte público metroferroviário. No que diz respeito às conseqüências para a população, principalmente para as famílias que ficam desabrigadas por não terem condições melhores de moradia. E numa cidade gigante como São Paulo a prefeitura deixa visível o descontrole da proliferação de ocupações ilegais.


Por Patrícia Gattone

Exercício data: 25/02/2008
Tema: chuvas

Mais:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/03/18/294978064.asp

Perdas e destruição

fevereiro 25, 2008

Moradores dos distritos do grande ABC mais precisamente do bairro do Cocuera ainda enfrentam os problemas ocasionados pela chuva que atingiu a cidade na última quinta-feira. As famílias prejudicadas afirmam que até agora não receberam qualquer assistência da Prefeitura e temem que a situação piore, caso outro temporal atinja a cidade.

Na zona rural de Cocuera, mais de 50 residências da Vila Hilário ficaram alagadas com a chuva. O córrego onde os moradores despejam o esgoto ficou completamente assoreado. Em São Caetano, os moradores da Vila Estação estão com problemas no abastecimento de água desde o dia da enchente. O bairro sempre sofreu com a falta d’água durante o dia, já que o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (SEMAE) só abastece as famílias das 22 às 6 horas. No entanto, um rompimento na rede de água teria interrompido o fornecimento, inclusive durante a noite, de acordo com o morador Rafael Miranda dos Santos. “Sem água, as famílias que ficaram alagadas não têm como limpar a casa”.

Os mais prejudicados moram na segunda travessa Rio do estado, na rua Projetada e em parte da estrada Santa Virgínia. Os vizinhos que não tiveram as casas alagadas deram abrigo às famílias atingidas. Os que têm poço doaram um pouco de água. Entretanto, muitas casas ainda estão sujas de lama.

Por: Fabio Lopes
Exercicio 25/02/2008
Tema Chuvas

Chuva causa caos em São Paulo

fevereiro 25, 2008

A tragédia que ocorre todos os anos em decorrência das fortes chuvas, não é novidade e é até previsível, mas a intensidade e a destruição causada deve ser motivo de reflexão para todos. Tanto a população, quanto o poder público têm responsabilidades. O poder público, no caso a prefeitura por não fazer obras suficientes, como piscinões ou limpeza dos rios e córregos para evitar as enchentes, já que pagamos imposto. O povo, por ocupar áreas de morros e encostas, impróprias para habitação e transformar os rios em verdadeiros lixões, joga além do esgotos das casas, dejetos de empresas, pneus velhos, colchões, sofás e tudo o que está em desuso. A conseqüência é o caos total. Trens parados ou lentos, grandes congestionamentos em todas as cidades, carros submersos, pessoas ilhadas, com as casas inundadas causando grandes prejuízos e desabrigando a população mais pobre e desprotegida. A solução imediata e mais barata para esse problema talvez seja a prevenção e uma campanha educativa, alertando o povo que ele é a maior vítima dos estragos. Talvez usar os centros meteorológicos, que prevêem as chuvas e avisar-nos a tempo de nos prevenirmos. A prefeitura e o governo estadual, precisam também fazer as obras necessárias. Para saber a previsão do tempo para os próximos dias acesse o site da Climatempo.

Por Fatima Nakazone

Chuvas castigam SP

fevereiro 25, 2008

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Congestionamento, destruição, desabrigados. Fatos que a cada dia se tornam mais comuns na cidade de São Paulo e Grande ABC. A imensa metrópole está diante de uma situação que assusta moradores e atormenta os milhares de motoristas que, diariamente, vivem a insegurança de serem abordados por chuvas, tempestades e alagamentos.Hoje, uma das piores consequências da chuva são os alagamentos, eles castigam a cidade, são responsáveis pelas centenas de km de congestionamento, destrói ruas, casas e até vidas. Pessoas que levaram anos para conquistar e mobiliar um abrigo, muitas vezes, em questão de segundos, vêem todo seu esforço e dedicação serem “engolidos” por uma força maior, a natureza. No último dia 21, um percurso que normalmente é feito em 30 minutos demorou até 4 horas. Uma das principais rodovias estaduais, a Via Anchieta que liga a capital a Baixada Santista, foi bloqueada na altura do km 11. Isso porque um dos rios que passa por aquela região transbordou e deixou a pista totalmente coberta pela água. O Grande ABC foi o local onde houve os piores registros de destruição. O dia escureceu rapidamente e virou noite. Essa situação está, a cada dia, mais frequente, os prejuízos materiais são incalculáveis, os emocionais porém deixam paulistas e paulistanos ainda mais estressados. Ora a maratona, o ritmo de vida de uma cidade gigantesca como São Paulo, ora as forças naturais que dificultam o andamento dessa tumultuada agitação.

Consulte a previsão do tempo no link www.cptec.inpe.br/tempo/

Por Adriana Paula Oliveira

Exercício 25/02/2008

Tema : Chuvas

Chuva causa caos no transporte metropolitano

fevereiro 25, 2008

Há anos São Paulo vem sofrendo com os efeitos da chuva excessiva. Suas conseqüências são vísiveis desde a periferia. A questão do desmoronamento das casas que ficam no alto dos morros complica até o trânsito nas principais avenidas da cidade.

Na última quinta-feira (21/02) foi a vez dos usuários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM, sentirem os efeitos negativos da chuva na cidade. Os trens da linha D, que tem como destino a estação de Rio Grande da Serra, pararam de circular às 18h. Eu estive lá e ví várias cenas peculiares.

As pessoas se amontoaram por todos os cantos da estação da Luz, procurando uma forma “mais confortável” de passar o tempo. A espera pela normalização da situação foi longa, já que os trens começaram a circular às 2h e 45 minutos da madrugada de sexta-feira.

O grande motivo da paralisação dos trens foi a inundação dos trilhos pelo rio Tamanduateí que passa por vários trechos da linha D. Houve tumulto, mas a situação foi controlada pela Polícia Militar, que foi acionada.

As reações foram diversas em relação aos usuários e funcionários da CPTM. Algumas pessoas aproveitaram o tempo dormindo deitadas nos corredores, outras pessoas fizeram amizades, dividiram água e frutas. Alguns usuários filmaram toda a cena com a câmera do celular.

São Paulo, a terra da chuva

fevereiro 25, 2008

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São Paulo é conhecida como a terra da garoa, mas de garoa não vemos quase nada. O que presenciamos constantemente são alagamentos em avenidas, rios, córregos, bueiros, túneis etc. É só começar a chover, que já começa o desespero de famílias inteiras. É uma correria tentando salvar o que conseguiram com muito custo, mas nem sempre é possível. Chuva é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de água sobre a superfície da Terra. O temporal da última quinta feira causou transtorno para os paulistanos, o que colocou São Paulo em estado de atenção. As nuvens no céu carregadas anunciaram um temporal na Zona Sul. A tempestade começou por volta das 18h, ocasionando muito transtorno à população. A cidade chegou a registrar 33 pontos de alagamento, dos quais, às 20h, ainda restavam 21 ativos, nos principais corredores de tráfego da capital. Esse transtorno não tem solução a curto prazo, enquanto a população não se conscientizar de que deve retirar com responsabilidade os recursos naturais de que tanto necessita. Do contrário, ficaremos a mercê de prefeitos e governadores que pensam apenas em si próprios, deixando de lado seus deveres diante daqueles que os elegeram.

por Luciano Cristiano

Exercício 25/02/2008

Fonte: UOL Notícias

As águas de São Paulo

fevereiro 25, 2008

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São Paulo, famosa terra da garoa. E por ser famosa, poderíamos dizer que a tal garoa, ou chuvisqueiro, ou chuva é fiel freqüentadora dos ares paulistanos. Pois é, a chuva freqüenta a cidade invariavelmente, porém seus moradores lideres e governantes, seus rios, lagos e dutos, ainda não se adaptaram a ela. Prova disso, são os constantes acidentes provocados pela água.

Dia de chuva é sempre igual, um trânsito que enrosca carros, taxis, ônibus, moto. Nas ruas o número de transporte se multiplicam, os pedestres e guarda-chuvas também. Metrôs e trens igualmente abarrotados de pessoas. O calor e o abafamento dentro dos transportes públicos da cidade imperam.

Dos córregos e rios que passam pela cidade podemos dizer conseqüentemente a mesma coisa. Afinal, são sempre os mesmo recortes de água que enchem e provocam inundações imensuráveis, principalmente quando a chuva vem forte, aos ventos. O trânsito pára, as pessoas páram, os olhos páram. Quem anda à vontade é a água. Somente ela reina nas mesmas ruas, avenidas e marginais de sempre. São velhas conhecidas, amigas de longa data!

No final das contas, algumas centenas de desabrigados, outros tantos com os carros encharcados, mais alguns desaparecidos e outros que não perdem a casa e sim tudo que estava dentro dela. As pessoas já acham que isso não é mais problema, se acomodaram. Outros ainda só perdem as horas, aquelas inesquecíveis, lembradas a cada pancada de chuva, aquelas perdidas durante a espera para voltar para casa.

A chuva em São Paulo foi e ainda é sinônimo constante de caos, perda e aflição para muitos. Poucos aqueles que gostam de um dia de chuva rigorosa. Nem mesmo aos finais de semana para apenas ficar em casa e dormir. Muitos nesses dias se preocupam se ainda terão onde morar depois que a água do céu cessar.

Por Andréa Sabino

Exercício: 25/02/08

Tema: Chuvas

Para saber mais: Folha Online

Chuva deixa paulistanos sem recursos

fevereiro 25, 2008

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São Paulo, cidade da garoa que, na verdade, parece cidade da inundação. Alagamento e quedas de árvores durante as chuvas são os principais motivos para deixar a cidade um caos. Horas no trânsito, tetos que desabam carros que são perdidos e pessoas soterradas são apenas alguns problemas causados pela água que cai do arranha-céus. As mortes durante o período dessas catástrofes chegaram a 55%, número maior que o registrado no período chuvoso de 1º de dezembro de 2006 a 31 de março do ano passado. Esse acontecimento da natureza, se é que se pode chamar que é feito pela natureza, já deixou mais de 90 famílias desalojadas, a maioria morava perto de favelas e em bairros pobres. Sem ter para onde ir, a única opção para essas pessoas são recorrer aos familiares. Os congestionamentos causam revolta e tédio nos motoristas que ficam parados por causa dos alagamentos em túneis e avenidas. Carros são perdidos, pois a água toma conta de tudo e às vezes árvores caem por causa dos fortes ventos, obstruindo ruas e destruindo carros. Para verificar o histórico de ocorrências causados pelas tempestades e para saber a previsão do tempo visite o site do centro de gerenciamento de emergências (CGE).

Por Danielle Abdala

Exercício 25-2-2008

Tema Chuvas

Paradoxos das chuvas em São Paulo

fevereiro 25, 2008

 chuva     Poucas cidades do mundo são tão afetadas pelas chuvas quanto a cidade de São Paulo. A capital paulista é hoje uma das metropóles mais poluídas do planeta, característica que corrobora com a intensidade dos danos causados por este fenômeno natural. Por exemplo, no inverno, quando a escassez de chuvas se intenssifica, a qualidade do ar na capital cai bruscamente, tornando a cidade ainda mais degradada, o clima fica abafado e a sensação termíca elevada. Os reservatórios de água, que alcançam o ápice de sua capacidade no período de janeiro à março, chegam a níveis críticos, ocasionando a interrupção do fornecimento em muitas regiões.

Por outro lado, o excesso de chuva também atrapalha muito o cotidiano do centro financerio do Brasil. É só começar a chover que a população paulistana fica em estado de alerta, pois muitos locais da cidade são castigados com inundações, desmoronamentos e alagamentos de suas vias. Em dias de chuva forte a cidade literalmente pára. Todos os meios de transporte registram atrasos exagerados, famílias perdem tudo nas enchentes.

Há décadas que São Paulo sofre com estes problemas, no entanto poucas ações efetivas foram tomadas. Limpeza dos rios e corregos, descongestionamento das galerias pluviais são algumas medidas que precisam ser aperfeiçoadas. Porém, não basta apenas esperar atitudes das lideranças governamentais, é preciso a conscientização de nós, moradodes, não poluindo e evitando o desperdício de água. Será com a contribuição de todos que faremos da “terra da garoa” uma local mais agradável de se viver, com ou sem chuva.

Exercício

Tema: Chuvas em SP

Saiba mais: Terra e Climatempo

Por Lucas Begali