Archive for março \31\UTC 2008

Respeito ou deboche?

março 31, 2008
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Recentemente estourou nas paradas a música do Mc Créu, “A dança do Créu”, e como os mc’s sempre aproveitam uma brechinha de uma música para lançar outra, já existe várias versões da mesma música. Só que a música que está causando polêmica no Youtube é “Mc Céu”, uma versão gospel do funk carioca.
Muitos crentes estão criticando a música dizendo ser falta de respeito, outros parabenizam por conseguir fazer a transformação do Créu em uma música gospel atraindo assim pessoas que gostam do estilo para mais perto de Deus.
Ninguém sabe ao certo qual foi a intenção do vídeo que esta causando polêmica na internet, mas para quem quer conferir pode conferir no link abaixo:

Assista aqui

Por: Marília Campos

A pirataria domina o Brasil

março 31, 2008

Por Fábio Araújo Silva

Muitas pessoas se perguntam por que a grande maioria da população consome mais produtos piratas, do que os originais?

Na realidade à um erro de pensamento, pois a população brasileira e ciente do que ocorre com no mercado interno, e por isso há mais incentivos ao seu consumo como:

– preços baixos

– Garantia de 1 a 3 meses

– Maior acesso aos produtos

– Sonegação de impostos


Não é a toa que até lojistas que pagam impostos e são legalizados, estão comercializando produtos, ou até contrabandeado, para sonegar imposto do governo federal, e o número esta cada vez crescendo.

E o modo como isso afeta a economia já é visível. Muitas empresas começam a não investir os novos produtos no mercado nacional, com medo de que seu novo produto, possa ser copiado e usado de modo irregular, como a Sony do Brasil; que decidiu por unanimidade, não comercializar o seu videogame Playstation no mercado. Assim há liberdade do contrabando para saciar a sede de consumo da população.

O governo tenta de varias maneiras barrar a pirataria em solo nacional. O problema e que a crescente baixa nos mercados, o baixo rendimento financeiro e o preço elevado dos produtos, associado ao numero de impostos, faz que o consumidor compre cada vez mais produtos ilegais, o que faz as campanhas antipirataria irem por água abaixo


Só de modo racional e abrangente para deter a pirataria, e não ações isolada de um grupo pode deter a pirataria, e as novas tecnologias que podem ser disseminadoras de um mau que tanto favorece uns como destrói outros.

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março 31, 2008

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Juliana Menezes

Uma nova tendência

março 31, 2008

Por Juliana Menezes

Com a agilidade da internet, o jornalismo aproveitou seus recursos para captação de um novo público leitor. As informações rápidas e instantâneas, que na maioria das vezes são postadas em tempo real, agradam pessoas de várias idades, diferentes níveis sociais e culturais. No entanto, tem deixado a credibilidade da profissão questionável e a produção de conteúdo de qualidade bastante limitado.

Normalmente as notícias veiculadas via on line são fornecidas de agências de notícias e não produzidas da forma convencional – ir a campo, entrevistar, conhecer, analisar, escrever – são “encurtadas” de forma a seguir um padrão ágil da internet, em que o leitor quer saber o assunto principal, sem maiores aprofundamentos e informações do fato.

O jornalista on line somente executa o trabalho de “empacotar” a notícia, semelhante ao trabalho de um copydesk, que analisa e corrige eventuais erros em textos alheios. Muitos especialistas não defendem essa forma de trabalhar com o jornalismo on line, valorizam mais o conteúdo original. Acredita-se que com essa forma de reduzir as informações postadas sobre o fato, acabam não passando o sentido real da notícia, que é passada ao leitor de forma vaga e simples, sem que ele absorva sua real relevância.

Mesmo com algum tempo de existência, a internet ainda é um veículo novo, no qual ainda é preciso reconhecer a melhor forma de aproveitamento, tal como o jornalismo on line, que pode ficar mais aprimorado, uma vez que o público internauta exija isso dos profissionais.

Quem não põe na mídia, não petisca!

março 31, 2008

Por Juliana Menezes

A tamanha influência que a internet tem na rotina das pessoas tem se mostrado maior a cada dia e de certa forma assustadora. A disposição de poder escrever blogs, publicar fotos e vídeos, informações e notícias; chega a passar para o internauta a idéia de como “brincar” de jornalista, fugindo um pouco da responsabilidade da profissão.

Um exemplo típico é o site Youtube, no qual é possível encontrar diversos vídeos, dos mais variados assuntos. O youtube tornou-se um acesso direto a fatos através de vídeos, hoje em qualquer assunto que ganhe destaque na mídia, é possível encontrar um vídeo no o mesmo no site.

Em ano eleitoral, esse tipo de comunicação transborda pela quantidade de vídeos que são veiculados, uns que denigram a imagem dos candidatos, outros que satirizam, outros que mostram benfeitorias, etc. No artigo publicado por Sergio Davila, na Folha de SP ele afirma que “o candidato que não está no Youtube não existe” relacionando a importância que o site obtive na opinião e busca de informações dos internautas.

Nos Estados Unidos, com as eleições presidenciais, o Youtube tem se tornando uma forma direta de acompanhar a popularidade dos candidatos. Interessante salientar que a internet, pela vasta bagagem de informação que dispõe, ainda é uma comunicação pouco confiável em que necessário maior aprofundamento e pesquisa das informações oferecidas.

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março 31, 2008

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Por Fábio Araújo Silva

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março 31, 2008

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Por Adilson Antônio Pereira

Compartilhar é viver!

março 31, 2008

Tive conhecimento de um material muito bacana e me sinto na obrigação de compartilhar com vocês, futuros colegas de profissão. Trata-se de um livro (mais apropriado chamá-lo de guia) para sobrevivência na web.

“Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar: um guia de cultura digital na era da informação”, de Mark Briggs, editado em português pelo Knight Center for Journalism in the Américas, tem abordagem muito objetiva e fala sobre a adaptação do trabalho jornalístico na era digital.

Conceitos de Web 2.0, como fazer um blog e até edição básica de vídeos são esclarecidos em 134 páginas. “Curto, gostoso e penetrante”, como diria o professor Celso Guidugli. Não irão se decepcionar, garanto!

“Este é um livro sobre pessoas, e não sobre tecnologia. Com certeza, há muita tecnologia nas páginas a seguir, mas na essência o que vamos encontrar aqui são pessoas tentando desenvolver suas habilidades dentro de um cenário novo e imprevisível. E são elas que importam, não o software mais recente ou o Web site. Se as pessoas conseguirem aprender como fazer a tecnologia trabalhar a seu favor, o resto é apenas detalhe”.

Mark Briggs, Introdução, Jornalismo 2.0

Disponível para download em: http://knightcenter.utexas.edu/Jornalismo_20.pdf

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Por Carolina Oliveira

A água, a educação e a nossa responsabilidade

março 30, 2008

Assim como o meu amigo de classe Adilson, também resolvi adiar a postagem do exercício do Dia Mundial da Água para um momento mais propício. Claro, parte disso se deve à minha irritação com as configurações de rede do laboratório da escola. Isso compromete seriamente minha motivação para concluir os exercícios em classe.

Desabafos à parte, quis analisar com um pouco mais de calma a real repercussão do evento. Antes da proposta de exercício, a data era desconhecida para mim. Hoje me animo ao saber que existem iniciativas como estas, embora parte da grande mídia não colabore para que elas sejam divulgadas e adotadas em todas as esferas da sociedade. A conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos, em todo mundo, é responsabilidade minha, sua e de nosso vizinho.

Divulgação

Em Amigos da Blogosfera, idealizadores da blogagem coletiva, é ressaltada a importância de darmos as mãos e não esgotarmos nossos esforços em um texto revoltado, na obrigação de ser “politicamente correto” e parar por ai. É preciso vestir a camisa encarar a luta. “A Terra deveria chamar-se Água”, nada mais adequado para definir a importância da preservação.

É hora de promovermos práticas que nos ensinem a olhar para a natureza com a intenção de valorizar e aprender com sua harmonia, ao contrário de somente extrair seus recursos para beneficio de uma única espécie, a nossa.

A conjunção políticas públicas, responsabilidade individual e cidadania é o que definirá o futuro “habitável” de nosso Planeta, sobretudo, a chance de ainda dispormos de água suficiente para as próximas gerações.

Por Carolina Oliveira

“Dia Mundial da Água”

Internet, mais do que convergência entre mídias

março 30, 2008

Diferente do que se previa com a chegada da internet, os meios habituais de comunicação não se extinguiram. Mas não podemos deixar de notar que o webjornalismo vem ganhando força, seja pela facilidade de encontrar rapidamente a notícia desejada, seja pela rapidez na atualização da mesma.

O que de fato está acontecendo nas redações on line, é o chamado “empacotamento” das informações. Isso acaba conferindo um caráter meramente informativo ao webjornalismo, pois o webjornalista não sai as ruas para a captação, muito dos seus textos são trechos prontos que vieram da agência de notícias, e isso é alvo de crítica pelas outras mídias.

O fato de os webjornais estarem em constante atualização, requer profissionais muito dinâmicos e com conhecimentos apurados dos programas de informática utilizados. Temos que lembrar que, além de “traduzir” a notícia, o webjornalista precisa muitas vezes, adicionar áudio ou vídeo, criar links, fazer tabelas e gráficos.

Há leitores que ainda desconfiam da veracidade do que lêem na internet. Muitos ainda preferem dar à palavra final as revistas semanais (Veja, Época…). Um webjornal precisa ter credibilidade, compromisso com seu leitor. A notícia correta e bem trabalhada, tira esse medo do leitor. O caminho é buscar dar ao leitor tudo o que de mais completo exista, checando a informação, esperando a apuração precisa, mesmo que seus concorrentes saiam na frente, porque mais vale dar a notícia depois e corretamente, do que primeiro que todos porém errada.

Joseane Carmo Ra 8032017