A comédia pode ser decisiva?

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O sinônimo das eleições americanas atualmente são as comédias, comédias que nos últimos 4 anos ganharam espaço em sites direcionados ao humor. Humor associado a um nome que logo vem à mente, Youtube.

Hoje, o candidato que não está inserido nas páginas satíricas da internet apresenta certa distância de seus eleitores, isso porque os clipes por mais críticos que sejam não deixam o candidato “cair no esquecimento”.

O peso desses vídeos pode influenciar, de certa forma, aquela minoria que necessita de um simples estalo para decidir seu voto ou talvez aqueles que consigam enxergar em seu conteúdo um fator determinante e decisivo. É pouco provável que o resultado do humor político seja o ponto chave de uma vitória presidencial, ainda deve prevalecer a popularidade.

A animada eleição americana está bem distante da realidade brasileira, os vídeos são momentos de descontração entre candidatos, que se relacionam de forma civilizada diante das apresentações e entre o eleitorado que diverte-se com o troca-troca de piadas. Enquanto isso, no Brasil o período político é tenso, uma guerra de ofensas e acusações a adversários, o que reflete diretamente nos eleitores brasileiros que, em sua maioria, votam apenas pela obrigatoriedade da lei.

Por Adriana Paula Oliveira

Comentário do texto “Quem não youtuba, se trumbica”, de Sérgio D’ávila, na Revista da Folha, 9-3-2008

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