Arquivo por Autor

Avatar

abril 14, 2008

Ana Cristina Cardoso

FOCA E FUTURA JORNALISTA !!!

Avatar

abril 14, 2008

Por: Deborah Lemos Reis de Carvalho

O caos das chuvas na vida do cidadão paulistano

abril 14, 2008

As chuvas nesta época do ano têm causado grandes estragos na cidade de São Paulo. Avenidas, ruas alagadas, casas cheias de água sujas, um verdadeiro caos na vida dos paulistanos.

Estas enchentes que ocorrem em todos os verões causam grandes prejuízos a vidas dos moradores de todas as regiões da cidade. Esse ano de 2008 o ABC na grande São Paulo tem sido uns dos bairros mais prejudicados durante estas pancadas de chuvas.

Quem dirigia naquela região no momento da chuva, teve seus carros arrastados pela água junto aos lixos trazidos pelos córregos.

No centro da cidade de São Paulo o caos do trânsito, falta de visibilidade, pontos de alagamentos, deram um grande trabalho para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) controlar o congestionamento que às 8h da manhã já atingia mais de 120 mil km em toda cidade.

Com tantos alagamentos nesta época do ano, quem deve ser responsabilizado por todo este transtorno. A população paga seus impostos, mais o governo não tomam nenhuma providência para amenizar esses estragos causados todo ano pelas chuvas. Mas a culpa não é só do governo, moradores devem sim também se responsabilizar, por não jogar lixos em lugares impróprios, agravando mais a situação dos bairros quando ocorrem as chuvas. Sabendo de todas as causas dos alagamentos, será que não é possível amenizar este problema? Falta de interesse ou falta de cobrança da população? A população deve montar grupos de moradores dos bairros atingidos e cobrar do governo soluções imediatas para que aja um projeto a ser realizado de melhoria para suas comunidades atingidas. Levando o governo e a prefeitura se responsabilizar em investimentos de melhoria dos córregos, asfalto, rios etc. Direito de cada cidadão que pagam seus impostos.

Ricardo Droppa

Água, uma riqueza universal

abril 14, 2008

No último dia 22 de março, o planeta comemorou o Dia Mundial da Água. Esse bem tão precioso pode acabar devido a alguns fatores como o desperdício e a falta de políticas públicas para um melhor gerenciamento. Além disso, o desmatamento e a poluição ajudam a aumentar o problema.

A situação atual não é para festejos e em alguns países como Egito, África do Sul, Síria, Jordânia, Israel, Líbano, Haiti, Turquia, Paquistão, Iraque e Índia o momento é de calamidade. No resto do mundo, o cenário não é diferente e tomar cuidado é fundamental.

Para quem pensa que a água é infinita, é melhor rever seus conceitos. O nosso planeta é coberto por 70% desse líquido, mas apenas 0.008% é potável, ou seja, útil para o consumo e apta para suprir nossas necessidades diárias.

Sem essa substância inodora, incolor e insípida, a agricultura não vai para frente e os alimentos diminuem. Com isso, a fome aumenta.

Até o ano de 2027, cerca de 1 bilhão e 800 mil pessoas em todo o planeta tendem a sofrer com a escassez de água.

O consumo sem nexo desse bem líquido pode ser evitado com alguns cuidados básicos. Um cidadão que toma um banho de cinco minutos, não usa esguicho na calçada e utiliza balde em vez de uma mangueira na hora de lavar o carro já ajudou a despejar menos litros de água.

Outras ações úteis na luta contra o desperdício são a troca de ducha por chuveiro e colocar caixa acoplada no sistema de descarga.

Um futuro sem preocupação com a falta de água requer ações no presente e com isso, o Dia Mundial da Água é mais um aliado na luta para conscientizar o cidadão.

Daniel Benfica

A pirataria domina o Brasil

março 31, 2008

Por Fábio Araújo Silva

Muitas pessoas se perguntam por que a grande maioria da população consome mais produtos piratas, do que os originais?

Na realidade à um erro de pensamento, pois a população brasileira e ciente do que ocorre com no mercado interno, e por isso há mais incentivos ao seu consumo como:

– preços baixos

– Garantia de 1 a 3 meses

– Maior acesso aos produtos

– Sonegação de impostos


Não é a toa que até lojistas que pagam impostos e são legalizados, estão comercializando produtos, ou até contrabandeado, para sonegar imposto do governo federal, e o número esta cada vez crescendo.

E o modo como isso afeta a economia já é visível. Muitas empresas começam a não investir os novos produtos no mercado nacional, com medo de que seu novo produto, possa ser copiado e usado de modo irregular, como a Sony do Brasil; que decidiu por unanimidade, não comercializar o seu videogame Playstation no mercado. Assim há liberdade do contrabando para saciar a sede de consumo da população.

O governo tenta de varias maneiras barrar a pirataria em solo nacional. O problema e que a crescente baixa nos mercados, o baixo rendimento financeiro e o preço elevado dos produtos, associado ao numero de impostos, faz que o consumidor compre cada vez mais produtos ilegais, o que faz as campanhas antipirataria irem por água abaixo


Só de modo racional e abrangente para deter a pirataria, e não ações isolada de um grupo pode deter a pirataria, e as novas tecnologias que podem ser disseminadoras de um mau que tanto favorece uns como destrói outros.

Avatar

março 31, 2008

juliana-menezes-avatar.jpg

Juliana Menezes

Uma nova tendência

março 31, 2008

Por Juliana Menezes

Com a agilidade da internet, o jornalismo aproveitou seus recursos para captação de um novo público leitor. As informações rápidas e instantâneas, que na maioria das vezes são postadas em tempo real, agradam pessoas de várias idades, diferentes níveis sociais e culturais. No entanto, tem deixado a credibilidade da profissão questionável e a produção de conteúdo de qualidade bastante limitado.

Normalmente as notícias veiculadas via on line são fornecidas de agências de notícias e não produzidas da forma convencional – ir a campo, entrevistar, conhecer, analisar, escrever – são “encurtadas” de forma a seguir um padrão ágil da internet, em que o leitor quer saber o assunto principal, sem maiores aprofundamentos e informações do fato.

O jornalista on line somente executa o trabalho de “empacotar” a notícia, semelhante ao trabalho de um copydesk, que analisa e corrige eventuais erros em textos alheios. Muitos especialistas não defendem essa forma de trabalhar com o jornalismo on line, valorizam mais o conteúdo original. Acredita-se que com essa forma de reduzir as informações postadas sobre o fato, acabam não passando o sentido real da notícia, que é passada ao leitor de forma vaga e simples, sem que ele absorva sua real relevância.

Mesmo com algum tempo de existência, a internet ainda é um veículo novo, no qual ainda é preciso reconhecer a melhor forma de aproveitamento, tal como o jornalismo on line, que pode ficar mais aprimorado, uma vez que o público internauta exija isso dos profissionais.

Quem não põe na mídia, não petisca!

março 31, 2008

Por Juliana Menezes

A tamanha influência que a internet tem na rotina das pessoas tem se mostrado maior a cada dia e de certa forma assustadora. A disposição de poder escrever blogs, publicar fotos e vídeos, informações e notícias; chega a passar para o internauta a idéia de como “brincar” de jornalista, fugindo um pouco da responsabilidade da profissão.

Um exemplo típico é o site Youtube, no qual é possível encontrar diversos vídeos, dos mais variados assuntos. O youtube tornou-se um acesso direto a fatos através de vídeos, hoje em qualquer assunto que ganhe destaque na mídia, é possível encontrar um vídeo no o mesmo no site.

Em ano eleitoral, esse tipo de comunicação transborda pela quantidade de vídeos que são veiculados, uns que denigram a imagem dos candidatos, outros que satirizam, outros que mostram benfeitorias, etc. No artigo publicado por Sergio Davila, na Folha de SP ele afirma que “o candidato que não está no Youtube não existe” relacionando a importância que o site obtive na opinião e busca de informações dos internautas.

Nos Estados Unidos, com as eleições presidenciais, o Youtube tem se tornando uma forma direta de acompanhar a popularidade dos candidatos. Interessante salientar que a internet, pela vasta bagagem de informação que dispõe, ainda é uma comunicação pouco confiável em que necessário maior aprofundamento e pesquisa das informações oferecidas.

Avatar

março 31, 2008

fa2.jpg

Por Fábio Araújo Silva

Avatar

março 31, 2008

avt_toninhomail_large1.jpg

Por Adilson Antônio Pereira