Archive for the ‘incompleto’ Category

Viva a política do humor

março 10, 2008

O texto de Sérgio D’ávila implica em contar que mesmo satirizados no site Youtube ou em programas humorísticos, os políticos ganham popularidade. Seja por suas trapalhadas eleitoreiras ou por paródias bem sacadas.

As aparições dos candidatos na mídia rendem assuntos para charges e textos bem-humorados, muito acessados na rede. Isso permite que o político atinja maior popularidade. Desde 2004, no pré- advento do Youtube, a idéia já fazia sucesso na corrida da Casa Branca, segundo o autor.

Hoje esses vídeos não nos remetem a um passado distante, pois a informação e as mudanças são muito rápidas. O candidato que não aparece na rede não existe. Na corrida pelas eleições, sejam elas americanas ou brasileiras, o que vale é aparecer. Viva o humor!

Por Rosana Pires e Marcela Lima

10-3-2008

Comentário do texto “Quem não youtuba, se trumbica”, de Sérgio D’ávila, na Revista da Folha, 9-3-2008

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Mundo virtual no mundo real

março 10, 2008

Era da tecnologia, diversos meios de comunicação, a vida levada para tela do computador. Parece o mundo imaginário. Não! Não é! É a realidade pura e crua onde tudo ocorre.

Tem o Youtube, o Orkut, o MSN e muito mais. Onde todo mundo se comunica e cria sua própria comunicação.

Dentro deste universo, todos querem participar. Pode ser o político, o aluno, o amigo, o chefe. Todos registram sua opinião e a propagam como quiser.

Noticias são vinculadas, acessadas, personalizadas, lidas, dadas, manipuladas, registradas. O que vale mesmo é ter o nome vinculado na rede global para não ser esquecido. Falem bem, falem mal, mas falem… já dá para saber a imagem que completa esta frase.

Qualquer um pode dar a informação como bem lhe convém e, o que resta é acreditar ou descartar.

As janelas estão abertas e cabe a cada um escolher a imagem que vai ver, o que pode acreditar para construir a verdade mais próxima da realidade.

Leia tudo, comente de tudo, mas duvide de tudo também!

Por Ana Cardoso

Comentário do texto “Quem não youtuba, se trumbica”, de Sérgio D’ávila, na Revista da Folha, 9-3-2008

A comédia pode ser decisiva?

março 10, 2008

O sinônimo das eleições americanas atualmente são as comédias, comédias que nos últimos 4 anos ganharam espaço em sites direcionados ao humor. Humor associado a um nome que logo vem à mente, Youtube.

Hoje, o candidato que não está inserido nas páginas satíricas da internet apresenta certa distância de seus eleitores, isso porque os clipes por mais críticos que sejam não deixam o candidato “cair no esquecimento”.

O peso desses vídeos pode influenciar, de certa forma, aquela minoria que necessita de um simples estalo para decidir seu voto ou talvez aqueles que consigam enxergar em seu conteúdo um fator determinante e decisivo. É pouco provável que o resultado do humor político seja o ponto chave de uma vitória presidencial, ainda deve prevalecer a popularidade.

A animada eleição americana está bem distante da realidade brasileira, os vídeos são momentos de descontração entre candidatos, que se relacionam de forma civilizada diante das apresentações e entre o eleitorado que diverte-se com o troca-troca de piadas. Enquanto isso, no Brasil o período político é tenso, uma guerra de ofensas e acusações a adversários, o que reflete diretamente nos eleitores brasileiros que, em sua maioria, votam apenas pela obrigatoriedade da lei.

Por Adriana Paula Oliveira

Comentário do texto “Quem não youtuba, se trumbica”, de Sérgio D’ávila, na Revista da Folha, 9-3-2008

Para usar o Youtube em campanhas políticas

março 10, 2008

O meio de exposição que mais cresceu nos últimos dois anos já causou tantas polêmicas que os especialistas se questionam a respeito da explosão de vídeos publicados no portal. Há quem diga que não vale a pena, mas candidatos a qualquer cargo político não pensam assim.

Já que está a disposição, quem está com a popularidade em baixa aproveita para até se fazer de vítima, vide Daniela Cicarelli. Isso acontece ainda mais os políticos que precisam angariar votos de qualquer forma. Vale tudo. A ex-prefeita Marta Suplicy sempre dá um jeito de aparecer bem ou mal, Lembram da gafe do “Relaxa e Goza”? Pois bem, além de programas de televisão que destacam polêmicas e apelam ao sensacionalismo, o Youtube oferece uma segunda chance de visualizar tais vídeos posteriormente.

Usar e abusar é nosso direito e devemos fazê-lo com freqüência já que não custa nada. O ser humano é curioso além da conta, e necessita suprir suas necessidades através dos meios disponíveis, ainda mais quando está isso pode ser feito com um clique.

Por Lincoln Marcolongo

Exercício 10-3-2008

 

Comentário do texto “Quem não youtuba, se trumbica”, de Sérgio D’ávila, na Revista da Folha, 9-3-2008

Chuvas amedrontam paulistanos

fevereiro 25, 2008

Desde o ínicio do ano, as chuvas têm castigado os paulistanos, toda ameaça de chuva já é motivo de preocupação, seja pelo trânsito já ruim que se torna caótico, ou pela ameaça de alagamentos que destroem residências nos mais variados pontos da cidade.

Segundo a CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) toda a cidade se encontra em observação devido às fortes chuvas ocorridas no último final de semana, que provocou alagamentos e deslizamentos de terra na zona Norte de São Paulo, matando uma adolescente de 14 anos. No mesmo dia, foram registrados 22 pontos de alagamentos pela cidade, o estrago só não foi maior por ser um domingo, dia em que a maioria das pessoas não trabalham.

As chuvas freqüentes têm nos mostrado uma São Paulo mal cuidada pelos seus governantes que não se mobilizam para fazer obras necessárias, limpeza de esgotos e ruas; e pelos seus próprios moradores que jogam lixo nas ruas, córregos, e não atentam ao construírem suas casas em encostas.

A Defesa Civil pôs em prática a Operação Verão, onde movimenta vários órgãos governamentais para auxílio dos cidadãos. Maiores informaçãoes sobre o projeto e previsao do tempo consulte http://www.defesacivil.sp.gov.br/opverao.asp.

Por Rosana Pires

Exercício 25-2-2008

Tema Chuvas

Ano novo, velhos problemas

fevereiro 25, 2008

Todo começo do ano é a mesma preocupação. Chega o mês de janeiro e junto com ele o medo das chuvas de verão. Basta o céu ficar encoberto e pronto, milhares de pessoas se apavoram com medo de ficarem desabrigadas. As nossas autoridades só aparecem quando o estrago já está feito, muitas vezes nem isso fazem. O exemplo mais recente de descaso é o da garota de 14 anos que morreu soterrada enquanto assistia televisão na sala de casa no bairro do Tremembé, na zona norte de São Paulo. Após a tragédia, a Defesa Civil desalojou milhares de famílias do local, que é um terreno pertencente à Santa Casa de São Paulo, os moradores foram levados para abrigos e ficarão por lá por tempo indeterminado.

O problema das chuvas não se restringe somente à quantidade de pessoas que perdem suas casas, seus pertences. A cidade também sofre desse mal. Avenidas, ruas, estações, tudo fica prejudicado ao mais leve dos pingos. Não podemos só culpar o governo pelo descaso, nós, cidadãos, também temos nossa parcela de culpa. Afinal, a quantidade de lixo que vemos nas ruas é imensa. Enquanto os órgãos responsáveis fazem a sua parte, nós não fazemos a nossa, não adianta cobrarmos os outros se não cobramos a nós mesmos. É muito fácil jogar a culpa nos outros enquanto o problema começa dentro da nossa casa. Por mais que o governo faça, não vai adiantar de nada se a população não tomar consciência. Alguns podem dizer: “Por que o governo não faz uma campanha de conscientização?”. Ora, quer conscientização maior do que a “herança” que a chuva deixa depois que ela passa? O mínimo que temos de fazer é tentar evitar ao máximo que esse problema fique mais grave (será que dá pra ficar mais grave?). Basta fazermos nossa parte, não jogando lixo pelas ruas que muitos dos problemas serão evitados, e cada vez menos tragédias se tornam coisas rotineiras em nossas vidas.

Saiba mais: Estado de S. Paulo

Por: Paulo Rodrigo Santos

Exercício: 25/02/2008

Tema: Chuvas

Deixa chover, deixa a chuva molhar!

fevereiro 25, 2008

Chuvas são necessárias e devem ocorrer para que a natureza siga o seu ciclo. A natureza é sabia. Quem não é sábio é o homem. Que para suprir suas necessidades constrói destruindo. Deixando de seguir o fluxo natural das coisas. Onde poderiam passar os rios, passam avenidas, onde suas águas poderiam desembocar, surgem edifícios. O cimento substitui o verde , a mata. Como, dentro de uma metrópole como São Paulo, deixaríamos de ter o caos nos dias de chuva? Se poucos são seus afluentes para que a água possa escoar. Outro aspecto importante, que prejudica muito neste período, é a falta da limpeza nos bueiros, esgotos, da cidade. A Prefeitura deixa de cumprir seu papel, por motivos diversos, que não serão questionados agora. O cidadão que deixa de reclamar por não saber que é seu direito, de ter o saneamento básico, conscientização das indústrias no dever de não jogar o lixo em lugares impróprios, ruas limpas e muito mais… É sociedade cobrando o que é de direito e não se acomodando com a situação. Se alguns desses problemas apresentados fosse observado com maior atenção e a solução funcionasse como se imagina. Seria mais fácil para a população de São Paulo se adaptar e ter um prejuízo menor nos dias de chuva.

Por: Ana Cardoso

Exercício: 25/02/08

Tema: Chuvas

Sofrimento nas áreas de risco

fevereiro 25, 2008

Nesta temporada de chuvas, o risco de deslizamentos é grande assim como a preocupação dos moradores em perder suas casas. No ano passado, mas de 100 pessoas morreram em viver sobre áreas de risco, principalmente aqueles que foram alertados pela Defesa Civil. Atualmente, na cidade de São Paulo, há cerca de 120 áreas de risco. Isso representa 250 famílias que mesmo com a assistência da prefeitura, se recusam a sair do local. A Prefeitura tenta grarantir a remoção imediata destas pessoas para evitar o pior.

Fábio Araújo Silva – PEPE

Tema: Chuvas em São Paulo

Exercício 25-2-2008

É tempo de água

fevereiro 25, 2008

A moda das últimas semanas está causando um stress tremendo. Você escolhe uma roupa arrojada, sainha, blusinha, mas não se esqueça do principal, seu guarda-chuva . Essa é uma peça fundamental em seu traje, principalmente com a mudança climática que está ocorrendo ultimamente, uma incógnita para a sociedade. São diversas ruas alagadas com inúmeros congestionamentos, estradas arrancadas com a força da água e poucas soluções para esse caos. Pessoas chorando, pois suas casas foram arrastadas, junto com seus móveis. Quando isso não ocorre, resta lutar para arranjar uma solução ao ver suas mobílias encharcadas. Há ainda os danos na agricultura, inúmeras plantações destruídas, causando grandes prejuízo aos empresários e as pessoas que vivem do trabalho agrícola para o seu sustento.

Por mais que esta água alivie a situação das barragens que sofrem com o baixo nível, a situação é preocupante, pois já foram elevados os rios de algumas regiões , como o São Francisco. A cidade Iguatama chegou a encontrar-se apenas a 3 metros abaixo da ponte. Já em Rondônia, o município de Jordão chegou a ser considerado em estado de calamidade pública devido a 90% de sua região estar coberta por água. Algumas instituições estão paralisadas devido a falta de meios de transporte, impedindo que várias escolas tivessem suas obras de reforma concluídas.

Por Alessandra Oliveira

Exercício 25-2-2008

Tema Chuvas em SP

Fonte de pesquisa: Notícias da Hora

Perdas e destruição

fevereiro 25, 2008

Moradores dos distritos do grande ABC mais precisamente do bairro do Cocuera ainda enfrentam os problemas ocasionados pela chuva que atingiu a cidade na última quinta-feira. As famílias prejudicadas afirmam que até agora não receberam qualquer assistência da Prefeitura e temem que a situação piore, caso outro temporal atinja a cidade.

Na zona rural de Cocuera, mais de 50 residências da Vila Hilário ficaram alagadas com a chuva. O córrego onde os moradores despejam o esgoto ficou completamente assoreado. Em São Caetano, os moradores da Vila Estação estão com problemas no abastecimento de água desde o dia da enchente. O bairro sempre sofreu com a falta d’água durante o dia, já que o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (SEMAE) só abastece as famílias das 22 às 6 horas. No entanto, um rompimento na rede de água teria interrompido o fornecimento, inclusive durante a noite, de acordo com o morador Rafael Miranda dos Santos. “Sem água, as famílias que ficaram alagadas não têm como limpar a casa”.

Os mais prejudicados moram na segunda travessa Rio do estado, na rua Projetada e em parte da estrada Santa Virgínia. Os vizinhos que não tiveram as casas alagadas deram abrigo às famílias atingidas. Os que têm poço doaram um pouco de água. Entretanto, muitas casas ainda estão sujas de lama.

Por: Fabio Lopes
Exercicio 25/02/2008
Tema Chuvas