Posts Tagged ‘produção’

O fazer online

abril 14, 2008

Ao pensar em conteúdo on-line alguns fatores são logo ressaltados como, por exemplo, seu caráter interativo e dinâmico. E, principalmente, sobre a qualidade do conteúdo que será exposto.

É sobre este tema que perpassa o texto “A produção de notícias” de autoria de Polyana Ferrari. Todo o material divulgado é apurado ou tão somente “empacotado” transformado – se em reflexos reprodutivos? Será que existe um limite entre o “espaço pessoal” e o “público”?

Quando falamos de conteúdo midiático e, da internet em especial, devemos considerar o alcance de nossa produção. Mesmo que nosso texto seja uma mera reprodução, o cuidado com a propagação de fatos falsos tem que ser considerado. Além disso, informar a autoria de quem produziu o material publicado, além de ético e criminalmente mais seguro, é respeitoso também.

Restringir a internet a um “pedaço do quintal de casa” é esquecer de seu alcance mundial, o que torna os impactos do texto na Web praticamente impossíveis de serem medidos. Entre outros aspectos, tal mídia trabalha com o real. Há a sensação de que toda a informação descrita acontece no exato momento em que se lê. O famoso “em tempo real”.

Por isso, produzir notícia na internet requer conhecimento não só em tecnologia, mas também, em todo tipo de mídia. O material pode ser “reproduzido” mas deve existir um mínimo de apuração sobre o fato a ser relatado.

Por Suzana Nogueira

aula 24.03.08

Uma nova tendência

março 31, 2008

Por Juliana Menezes

Com a agilidade da internet, o jornalismo aproveitou seus recursos para captação de um novo público leitor. As informações rápidas e instantâneas, que na maioria das vezes são postadas em tempo real, agradam pessoas de várias idades, diferentes níveis sociais e culturais. No entanto, tem deixado a credibilidade da profissão questionável e a produção de conteúdo de qualidade bastante limitado.

Normalmente as notícias veiculadas via on line são fornecidas de agências de notícias e não produzidas da forma convencional – ir a campo, entrevistar, conhecer, analisar, escrever – são “encurtadas” de forma a seguir um padrão ágil da internet, em que o leitor quer saber o assunto principal, sem maiores aprofundamentos e informações do fato.

O jornalista on line somente executa o trabalho de “empacotar” a notícia, semelhante ao trabalho de um copydesk, que analisa e corrige eventuais erros em textos alheios. Muitos especialistas não defendem essa forma de trabalhar com o jornalismo on line, valorizam mais o conteúdo original. Acredita-se que com essa forma de reduzir as informações postadas sobre o fato, acabam não passando o sentido real da notícia, que é passada ao leitor de forma vaga e simples, sem que ele absorva sua real relevância.

Mesmo com algum tempo de existência, a internet ainda é um veículo novo, no qual ainda é preciso reconhecer a melhor forma de aproveitamento, tal como o jornalismo on line, que pode ficar mais aprimorado, uma vez que o público internauta exija isso dos profissionais.

Quem não põe na mídia, não petisca!

março 31, 2008

Por Juliana Menezes

A tamanha influência que a internet tem na rotina das pessoas tem se mostrado maior a cada dia e de certa forma assustadora. A disposição de poder escrever blogs, publicar fotos e vídeos, informações e notícias; chega a passar para o internauta a idéia de como “brincar” de jornalista, fugindo um pouco da responsabilidade da profissão.

Um exemplo típico é o site Youtube, no qual é possível encontrar diversos vídeos, dos mais variados assuntos. O youtube tornou-se um acesso direto a fatos através de vídeos, hoje em qualquer assunto que ganhe destaque na mídia, é possível encontrar um vídeo no o mesmo no site.

Em ano eleitoral, esse tipo de comunicação transborda pela quantidade de vídeos que são veiculados, uns que denigram a imagem dos candidatos, outros que satirizam, outros que mostram benfeitorias, etc. No artigo publicado por Sergio Davila, na Folha de SP ele afirma que “o candidato que não está no Youtube não existe” relacionando a importância que o site obtive na opinião e busca de informações dos internautas.

Nos Estados Unidos, com as eleições presidenciais, o Youtube tem se tornando uma forma direta de acompanhar a popularidade dos candidatos. Interessante salientar que a internet, pela vasta bagagem de informação que dispõe, ainda é uma comunicação pouco confiável em que necessário maior aprofundamento e pesquisa das informações oferecidas.

Internet, mais do que convergência entre mídias

março 30, 2008

Diferente do que se previa com a chegada da internet, os meios habituais de comunicação não se extinguiram. Mas não podemos deixar de notar que o webjornalismo vem ganhando força, seja pela facilidade de encontrar rapidamente a notícia desejada, seja pela rapidez na atualização da mesma.

O que de fato está acontecendo nas redações on line, é o chamado “empacotamento” das informações. Isso acaba conferindo um caráter meramente informativo ao webjornalismo, pois o webjornalista não sai as ruas para a captação, muito dos seus textos são trechos prontos que vieram da agência de notícias, e isso é alvo de crítica pelas outras mídias.

O fato de os webjornais estarem em constante atualização, requer profissionais muito dinâmicos e com conhecimentos apurados dos programas de informática utilizados. Temos que lembrar que, além de “traduzir” a notícia, o webjornalista precisa muitas vezes, adicionar áudio ou vídeo, criar links, fazer tabelas e gráficos.

Há leitores que ainda desconfiam da veracidade do que lêem na internet. Muitos ainda preferem dar à palavra final as revistas semanais (Veja, Época…). Um webjornal precisa ter credibilidade, compromisso com seu leitor. A notícia correta e bem trabalhada, tira esse medo do leitor. O caminho é buscar dar ao leitor tudo o que de mais completo exista, checando a informação, esperando a apuração precisa, mesmo que seus concorrentes saiam na frente, porque mais vale dar a notícia depois e corretamente, do que primeiro que todos porém errada.

Joseane Carmo Ra 8032017

Webjornalistas

março 28, 2008

Hoje a internet se tornou um dos principais veículos de comunicação passando na frente de jornais, revistas e até mesmo do rádio.

Notícias de segundo a segundo sem muita enrrolação são publicadas na internet com o objetivo de informar e publicar o “furo”.

Ser webjornalista requer muita responsabilidade, pois como a internet é um veículo muito rápido o tempo para apuração é curto e deve ser gradativamente menor para novas atualizações.

Muitas vezes o jornalista usa de uma matéria para faze outra, a chamada “cópia”, sem o menor pudor, o que acaba fazendo com que o jornalismo perca um pouco da sua identidade.

Um dos maiores problemas encontrados é a credibilidade que a internet não oferece, pois muitos de nós já nos deparamos com erros e inverdades publicadas num ato precipitado, sem a apuração e checagem necessária, isso leva a internet apesar eficaz perder um pouco de credibilidade para com seu público.

Creio que deveria existir uma conscientização maior para com os internautas leitores e um maior comprometimento, afinal por ser um veículo muito usado deveria contar com uma estrutura melhor.

Marília

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O que se espera de um profissional da Internet?

março 27, 2008

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Hoje os tempos são outros e os meios de imprensa digital necessitam de jornalistas mais capacitados, ou seja, que saibam escrever e utilizar todas as ferramentas necessárias para a veiculação da informação. Isso não significa que os textos que estão postos no ar, sejam confiáveis. Deparamos-nos com notícias que muitas vezes são superficiais ou informações que não batem com os demais veículos, são informações conflitantes que não tem apuração. A quantidade de informações que os jornalistas recebem não daria para ser checadas, são informações que são copiadas igualmente da mídia impressa. Isso é jornalismo?Aprendemos que as informações têm que ser averiguadas exaustivamente e quando não houver nenhuma dúvida, serem publicadas. E não isso que vemos.Os leitores de jornais digitais necessitam de informações, muitas vezes nem esperam o outro dia para ler, isso é o mediatismo. A notícia aconteceu e já é publicada.Embora seja o jornalismo do futuro, devemos nos ater sobre esses acontecimentos que tornam essa especialidade em empacotamento da informação. Torna os profissionais do jornalismo meros copiadores de notícias, ao invés de sermos reconhecidos pela capacidade de observação, averiguação e traduzindo as notícias no seu melhor contexto. Textos claros, objetivos e com um o autor, o próprio.

Marcela Lima

Rosana Pires

Jornalistas Multimídia

março 27, 2008
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A internet é uma mídia muito ligada a tecnologia e isso faz com que as nossas notícias, sejam geradas de uma forma rápida e com textos prontos “empacotados”, onde o jornalista é um copydesk, apenas copia notas e reescreve com suas palavras. Muitas vezes o critério utilizado para publicar uma matéria na Internet é a hierarquização das redações e da ordem de chegada das notícias, sem dar importância para o verdadeiro conteúdo da matéria.
A realidade dos jornalistas é cada vez mais crítica, principalmente quando falamos em redação online. O profissional é obrigado a ser MULTIMÍDIA, saber editar fotos em Photoshop, postar um arquivo em HTML, criar Hiperlinks, entre outros.
O jornalista às vezes deixa de tornar o texto claro e elegante, levar em conta a questão da “acessibilidade”, fazer um texto profundo, dinâmico e alem de tudo curto.No entanto, o jornalista tem um piso menor do que o piso de uma garçonete do OUTBACK (rede de restaurantes). Os profissionais são cobrados diariamente, mas não recebem em troca o mínimo suficiente de reconhecimento. Diariamente estagiários, saem em busca de sua primeira experiência profissional no mercado online e se deparam com uma redação que exige um sacrifício diário de 8 horas de trabalho por dia, submetem-se a trabalhar aos fins de semana, para ganhar muitas vezes, menos que um GARI, que estudou até a 8º série.

A Web introduziu aos jornalistas uma nova forma de escrever e abriu um novo caminho no mercado de comunicação. Porem os jornalistas continuam a esperar um retorno.

Danielle Abdala
Helenice Moura

Será que temos alguma coisa à comemorar?

março 26, 2008

A origem do Dia Mundial da Água surgiu em uma Assembléia Geral das Nações Unidas em 22 de fevereiro de 1993, através da qual 22 de março de cada ano seria declarado Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 93, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

O Dia Mundial das Águas tem como objetivos fundamentais fomentar a conscientização acerca dos desastres que guardam estreita relação com a água, e fortalecer o compromisso político com vistas a reduzir os riscos e a vulnerabilidade das populações a estes desastres. A adoção de sistemas de alerta é um dos destaques a ser discutido.

É preciso lembrar que, em diversos lugares do planeta, milhares de pessoas já sofrem com a falta desse bem essencial à vida. A água é um bem precioso e insubistituível. É um elemento da natureza, um recurso natural. É de domínio público e de vital importância para a existência da própria vida na terra e é um recurso natural que propicia saúde, conforto e riquesa ao homem.

O Brasil é um país privilegiado, por aqui estão 11,6% de toda a água doce do planeta. Aqui também se encontram o maior rio do mundo, o Amazonas, e o maior reservatório de de água subterrânea do planeta – o Sistema Aqüífero Guarani.

Segundo a Organização das Nacões Unidas -ONU, 50% da taxa de doenças e morte nos países em desenvolvimento ocorrem por falta de água ou pela sua contaminação. Assim sendo, o rápido crescimento da população mundial e a crescente poluição, causado também pela industrialização, torna a água o recurso natural mais estratégico de qualquer país do mundo.

As crescentes necessidades de água, a limitação dos recursos hídricos, o conflito entre alguns usos e os prejuízos causados pelo excesso de água exigem um planejamento bem elaborado pelos órgãos governamentais, estaduais e municipais, visando técnicas de melhor aproveitamento de recursos hídricos. Além das responsabilidades públicas, cada cidadão tem o direito de usufruir da água mas o dever de preservá-la, utilizando-a de maneira consciente, sem desperdícios, assim dando o valor devido à água.

Racionar é a melhor maneira para a fonte não secar!

Por Luiz Henrique Almeida e André Luiz Gonçalez

Internet: produzindo ou reproduzindo notícias?

março 25, 2008

O jornalismo digital, ou jornalismo da internet, tem sido a forma mais rápida de informar. Na maioria das vezes, é o primeiro contato que um leitor tem com o fato; depois de ler uma notícia na internet, ele procura mais e mais sobre o assunto.

Porém, a maioria das notícias que hoje estão na internet são cópias, edição ou re-edição de outras notícias. As redações apenas têm sido capazes de fazer mudanças leves em textos enviados de agências de notícias. O fato está sempre sendo contato do mesmo jeito.

É preciso que se veja a internet como um novo meio de comunicação capaz de inovar e não apenas de otimizar os já existentes. Não precisamos de jornalistas que fiquem sentados em suas mesas, copiando e colando, mudando algumas letras ou alguns pontos. Precisamos de jornalistas que pensem, pesquisem e escrevam, que se preocupem em estar presente nos fatos e ouvir todas as partes envolvidas.

Entendemos que o público alvo do jornalismo digital são pessoas ocupadas, que não podem perder muito tempo lendo uma grande reportagem; pessoas curiosas e ansiosas por notícias, que não podem esperar até o dia seguinte para terem mais informações sobre o que lhe interessa. Mas isto não significa que sejam pessoas com menos necessidade de informação…

Raquel Gomes

A produção de notícias na web

março 25, 2008

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O texto ‘’A produção de notícias’’ relata o trabalho do jornalista dentro da redação on-line. O texto deixa claro que a produção de reportagem não faz parte do jornalismo de internet, a prática mais comum é o ‘’empacotamento” , uma espécie de cópia de uma matéria já produzida.

A liguagem usada na web é diferente dos demais veículos de comunicação, que em sua maioria possui um estilo próprio a seguir. Na internet os texto precisam ser curto e objetivo e por isso a prática de empacotar as matérias são aceitas.

A internet ainda procura definir um estilo próprio e enquanto isso não acontece as funções dos jornalistas deve ser divercificadas, ou seja, além de ser um copydesk o jornalista deve preocupar-se com a cara que a matéria vai ter.

A mais nova invensão da internet são os blog, eles trazem textos novos que despertam a curiosidade do internauta além de permitir que assuntos dos mais variados possam ser comentados por quem visita o blog.

Na internet os textos são em sua maioria semelhantes e isso acaba prejudicando a entendimento do leitor, que busca novidade e informação diferenciada. Os editores da Web são considerados os empacotadores que modifica o texto enviado de uma agência de notícias para uma linguagem aceita na internet.

Por ser o meio mais fácil e agil de se obter informações a internet acaba sendo considerado um veículo de pouca credibilidade, isso porque as informações contidas nela não são checadas e muitas vezes não são escritas por profissionais da area.

Fabiane Cruz

Silvaneide Duarte